Ontem fui até a Rua do Seminário - Centro de São Paulo na Chapelaria El Sombrero, especializada em artigos para cavalheiros, fundada em 1935. Lá comprei um BONÉ, conhecido erroneamente como boina (boina não tem aba), certamente voltarei para novas aquisições, pois esse tipo de boné será um acessório que usarei com maior frequência, além de ter sido muito bem tratado, não é atoa que o Jô Soares é freguês dessa chapelaria.
Dicas de bons atendimentos:
Charuto - Tabacaria Reis
Divertimento - Bar A Lapinha
Boné - Chapelaria El Sombrero
Quinta-feira, 9 de Julho de 2009
Twitter | Twitter
Ontem comecei mais uma "mania", o Twitter. Ferramenta muito conhecida e utilizadas por alguns e apresentada recentemente para mim. Posso dizer que é algo muito interessante e até viciante. Os adeptos podem "seguir" seus amigos como também pessoas famosas - esportistas, jornalistas e artistas, além de veículos de comunicação, que alimentam seus seguidores com notícias.
O que acho mais interessante no Twitter é a interatividade com curtas mensagens, pois cada postagem contém no máximo 140 catacter.
Quem não está gostando nem um pouco é minha esposa, Cynthia Toffoletto, com a facilidade do notebook não paro de "twittar".
Vida moderna, o que mais aparecerá?
O que acho mais interessante no Twitter é a interatividade com curtas mensagens, pois cada postagem contém no máximo 140 catacter.
Quem não está gostando nem um pouco é minha esposa, Cynthia Toffoletto, com a facilidade do notebook não paro de "twittar".
Vida moderna, o que mais aparecerá?
Quarta-feira, 1 de Julho de 2009
Futebol | Parabéns!
Parabenizo os corintianos e o time do Corinthians pelo título da Copa do Brasil , inquestionavelmente o melhor clube do campeonato, foi muito merecido. Traçaram um objetivo e alcançaram. Desde já desejo boa sorte para a Libertadores de 2010, ano do Centenário (100 ANOS) do clube, que busca pelo seu 1º (PRIMEIRO) título da América, o que posso dizer com propriedade: "É muito bom ser campeão!", jamais saberei o que é ser campeão da Libertadores no Centenário do meu time, pois já temos 3 e ainda faltam 26 anos para completarmos 100 anos. Parabéns Corinthians e mais uma vez boa sorte em busca do 1º (PRIMEIRO) título da Libertadores.
Marcos Lara
Marcos Lara
Sexta-feira, 19 de Junho de 2009
Futebol | Eliminação - SPFC
Ontem estive no Morumbi assistindo uma das piores partidas do São Paulo, não só na Libertadores, mas dos últimos meses, o problema que esse jogo era o mais importante. Claro que fiquei e ESTOU muito triste com a eliminação, tenho plena ciência que o SPFC não jogou NADA, é obvio que algo precisa ser mudado urgente, mas, POR FAVOR, não sejamos tão emocionais, vamos pensar com calma. Lembrem que de 2005 pra cá ganhamos 01 Paulista, 01 Libertadores, 01 Mundial e 03 Brasileiros, pergunte para qualquer torcedor de outro time se não gostariam desses títulos. Qual o problema em ficar um tempo sem ganhar nada? A culpa não é só do Muricy, ele tem sim uma parcela de culpa, mas se ele for embora, quem entrará no lugar? Ele não é um bom técnico? E os 03 títulos Brasileiros consecutivos? Não significa nada? Qual time brasileiro não gostaria de ter um técnico com esse histórico? Tenhamos paciência, sei que é difícil, mas vamos tentar e sem cornetar. Bola pra frente!
Como eu te amo tricolor
Como eu te amo demais
O dia que tu não existir
Não quero sorrir nunca mais.
Oh Tricolor tu es minha paixão
Oh Tricolor tu es minha alegria
Oh Tricolor tu es meu viver
Oh Tricolor eu amo você!
Como eu te amo tricolor
Como eu te amo demais
O dia que tu não existir
Não quero sorrir nunca mais.
Oh Tricolor tu es minha paixão
Oh Tricolor tu es minha alegria
Oh Tricolor tu es meu viver
Oh Tricolor eu amo você!
Segunda-feira, 4 de Maio de 2009
Marketing | Apreçamento com base na Concorrência
Preço é um dos 4 P’s do marketing mix, usado pelos profissionais para o desenvolvimento do plano de marketing. Muitos consumidores decidem suas compras no ponto de venda baseando-se no preço.
Nas grandes empresas existe uma área especifica para a determinação do preço de seu produto ou serviço, normalmente esse setor reporta-se ao marketing, ao departamento financeiro ou até mesmo a diretoria, elas podem escolher diversas maneiras de precificação. As corporações criam suas estratégias para precificar seus produtos dando apoio as ações de marketing, sempre com o foco no aumento de vendas, lucros e na competição com seus concorrentes.
Ao analisar os preços da concorrência, as instituições devem se basear no seu adversário mais próximo, sem esquecer no valor que o cliente tem sobre ele. Como agir com a queda de preço realizada por seu principal concorrente? Nos segmentos homogêneos, deve-se aprimorar o produto, aumentando a quantidade, por exemplo, caso não seja possível o aperfeiçoamento, o melhor à fazer é seguir a redução para não perder-se market share. Agora se acontecer o contrário (aumento de preço), o melhor a fazer é manter o valor e, se as demais empresas do segmento também optar pela não equiparação de preço, provavelmente aquela que optar pelo acréscimo terá que voltar atrás, claro que se esse ajuste não favorecer todo o setor.Normalmente as marcas líderes de mercado, enfrentam diminuição de preços das empresas de menor porte, que buscam incessantemente uma maior fatia de mercado. Para isso a “campeãs” de vendas podem devolver a redução de preços das empresas menores de várias maneiras, como: desenvolver uma nova linha de produto com valor menor, chamadas de “linha B”; também há possibilidade de manter o preço e agregar valor, melhorando o produto e sua comunicação; ou até mesmo aumentar o custo e melhorar a qualidade, passando o produto para uma categoria Premium. Tudo dependerá da situação que a empresa passa e se está disposta a encarar uma “briga” com
Nas grandes empresas existe uma área especifica para a determinação do preço de seu produto ou serviço, normalmente esse setor reporta-se ao marketing, ao departamento financeiro ou até mesmo a diretoria, elas podem escolher diversas maneiras de precificação. As corporações criam suas estratégias para precificar seus produtos dando apoio as ações de marketing, sempre com o foco no aumento de vendas, lucros e na competição com seus concorrentes.
Ao analisar os preços da concorrência, as instituições devem se basear no seu adversário mais próximo, sem esquecer no valor que o cliente tem sobre ele. Como agir com a queda de preço realizada por seu principal concorrente? Nos segmentos homogêneos, deve-se aprimorar o produto, aumentando a quantidade, por exemplo, caso não seja possível o aperfeiçoamento, o melhor à fazer é seguir a redução para não perder-se market share. Agora se acontecer o contrário (aumento de preço), o melhor a fazer é manter o valor e, se as demais empresas do segmento também optar pela não equiparação de preço, provavelmente aquela que optar pelo acréscimo terá que voltar atrás, claro que se esse ajuste não favorecer todo o setor.Normalmente as marcas líderes de mercado, enfrentam diminuição de preços das empresas de menor porte, que buscam incessantemente uma maior fatia de mercado. Para isso a “campeãs” de vendas podem devolver a redução de preços das empresas menores de várias maneiras, como: desenvolver uma nova linha de produto com valor menor, chamadas de “linha B”; também há possibilidade de manter o preço e agregar valor, melhorando o produto e sua comunicação; ou até mesmo aumentar o custo e melhorar a qualidade, passando o produto para uma categoria Premium. Tudo dependerá da situação que a empresa passa e se está disposta a encarar uma “briga” com
Marketing | Varejo
Segundo Kotler (Administração de Marketing 2006, p. 500), o varejo inclui todas as atividades relativas à venda de produtos ou serviços diretamente ao consumidor final, para uso pessoal e não comercial. Um varejista ou uma loja de varejo é qualquer empreendimento comercial cujo faturamento provenha principalmente de venda de pequenos lotes no varejo. Qualquer organização que venda para os consumidores finais, seja ela um fabricante, atacadista ou varejista, está fazendo varejo. Não importa como os produtos ou serviços são vendidos (pessoalmente, pelo correio, por telefone, por máquinas de vendas ou pela internet) ou onde eles são vendidos (em uma loja, na rua, na casa do consumidor).
Os principais formatos de varejo são as lojas de especialidades, os supermercados, as lojas de departamentos, as lojas de conveniência, os varejistas de liquidação, as lojas de descontos, as super lojas e os showrooms de vendas. No Brasil os principais setores varejistas são supermercados e hipermercados, farmácias, concessionárias de veículos, lojas de vestuários; materiais de construção; móveis e eletroeletrônicos, postos de gasolina e grandes livrarias.
Todos os tipos de loja de varejo passam por estágios , assim como qualquer produto, chamado de ciclo de vida, um formato de varejo surge, cresce aceleradamente e atinge sua maturidade e, então entra na fase de declínio por conta do surgimento de um novo formato, que se deve ao modo de compra dos consumidores, que é influenciado pelo seu estilo de vida, classe social, tecnologia entre outros fatores.
As lojas de departamento é um exemplo prático de loja de varejo que durante um bom tempo deu certo no Brasil. Temos como caso o Mappin, muito bem instalado em São Paulo, com clientes fieis, que não só freqüentavam as lojas para comprar, mas sim para tomar café ou até mesmo o famoso chá no salão, funcionava como ponto de encontro. Era um bom passeio para os paulistanos, que encontravam diversas linhas de produtos bem divididos por setores, como perfumes, bijuterias, relógios, papelaria, roupas, discos, sapatos, artigos importados, calçados, utilidades domésticas, móveis e eletro-eletrônicos. Um verdadeiro mundo do consumo.
Hoje em dia não encontramos mais no Brasil lojas como Mappin e a famosa Mesbla, além de alguns motivos óbvios que fizeram com que esses dois impérios entrassem em falência, o consumidor brasileiro, passou a comprar de outra maneira, um setor que cresceu muito e conseguiu se estabelecer tomando um “pedaço” desse segmento foi os Hipermercados, formato próximo ao das lojas de departamentos, os clientes antes iam muito mais aos Supermercados e feiras, os grandes varejistas como Carrefour, Extra e Wal souberam muito bem atender o público brasileiro, utilizando dos seus poderes de compra para baixar os preços, inovação nos serviços, ações para fidelização dos clientes, crediários, diversos produtos num só lugar, não apenas os alimentícios, marcas próprias com preços mais competitivos. Sem contar que esse setor sabe acompanhar a evolução do comportamento do consumidor, por isso alguns vêm adotando o e-commerce, uma maneira relativamente “nova” para o consumidor brasileiro, mas que a cada ano ganha novos adeptos, até por conta da “nova geração” acostumada com tecnologia.
As vendas pela internet é um potencial concorrente às vendas direta. Temos como exemplo no país as Americanas.com e o Submarino, grandes líderes do segmento que vendem diversos produtos e com preços e formas de pagamento relativamente parecido, o que faz o consumidor escolher o local de compra são seus diferenciais e nesse segmento o principal a oferecer aos clientes é o prazo de entrega, esse é o principal diferencial para o consumidor desse mercado.
É possível descrever um livro ao falar sobre todos os formatos de varejo. Concluo, portanto que não há um formato ideal de varejo, o mais importante é a busca pela eficaz no negócio e as opções estratégicas, é claro que a concorrência é crescente e saudável para os clientes, entre os formatos a até mesmo entre fornecedores e varejistas.
Os principais formatos de varejo são as lojas de especialidades, os supermercados, as lojas de departamentos, as lojas de conveniência, os varejistas de liquidação, as lojas de descontos, as super lojas e os showrooms de vendas. No Brasil os principais setores varejistas são supermercados e hipermercados, farmácias, concessionárias de veículos, lojas de vestuários; materiais de construção; móveis e eletroeletrônicos, postos de gasolina e grandes livrarias.
Todos os tipos de loja de varejo passam por estágios , assim como qualquer produto, chamado de ciclo de vida, um formato de varejo surge, cresce aceleradamente e atinge sua maturidade e, então entra na fase de declínio por conta do surgimento de um novo formato, que se deve ao modo de compra dos consumidores, que é influenciado pelo seu estilo de vida, classe social, tecnologia entre outros fatores.
As lojas de departamento é um exemplo prático de loja de varejo que durante um bom tempo deu certo no Brasil. Temos como caso o Mappin, muito bem instalado em São Paulo, com clientes fieis, que não só freqüentavam as lojas para comprar, mas sim para tomar café ou até mesmo o famoso chá no salão, funcionava como ponto de encontro. Era um bom passeio para os paulistanos, que encontravam diversas linhas de produtos bem divididos por setores, como perfumes, bijuterias, relógios, papelaria, roupas, discos, sapatos, artigos importados, calçados, utilidades domésticas, móveis e eletro-eletrônicos. Um verdadeiro mundo do consumo.
Hoje em dia não encontramos mais no Brasil lojas como Mappin e a famosa Mesbla, além de alguns motivos óbvios que fizeram com que esses dois impérios entrassem em falência, o consumidor brasileiro, passou a comprar de outra maneira, um setor que cresceu muito e conseguiu se estabelecer tomando um “pedaço” desse segmento foi os Hipermercados, formato próximo ao das lojas de departamentos, os clientes antes iam muito mais aos Supermercados e feiras, os grandes varejistas como Carrefour, Extra e Wal souberam muito bem atender o público brasileiro, utilizando dos seus poderes de compra para baixar os preços, inovação nos serviços, ações para fidelização dos clientes, crediários, diversos produtos num só lugar, não apenas os alimentícios, marcas próprias com preços mais competitivos. Sem contar que esse setor sabe acompanhar a evolução do comportamento do consumidor, por isso alguns vêm adotando o e-commerce, uma maneira relativamente “nova” para o consumidor brasileiro, mas que a cada ano ganha novos adeptos, até por conta da “nova geração” acostumada com tecnologia.
As vendas pela internet é um potencial concorrente às vendas direta. Temos como exemplo no país as Americanas.com e o Submarino, grandes líderes do segmento que vendem diversos produtos e com preços e formas de pagamento relativamente parecido, o que faz o consumidor escolher o local de compra são seus diferenciais e nesse segmento o principal a oferecer aos clientes é o prazo de entrega, esse é o principal diferencial para o consumidor desse mercado.
É possível descrever um livro ao falar sobre todos os formatos de varejo. Concluo, portanto que não há um formato ideal de varejo, o mais importante é a busca pela eficaz no negócio e as opções estratégicas, é claro que a concorrência é crescente e saudável para os clientes, entre os formatos a até mesmo entre fornecedores e varejistas.
Sábado, 18 de Abril de 2009
Domingo, 29 de Março de 2009
O Rappa | Você vai onde quer?
Bem....Primeiramente vou falar do show de ontem no HSBC Brasil. Simplesmente DUCA! O Rappa como sempre sabendo levantar a galera, o Dj Negralha com suas “batidas” entre as músicas dá todo um toque especial.
Se não fosse um episódio logo no inicio do show, sem dúvida tudo teria sido muito bom. Na pista atrás de mim, havia 03 casais, que não cantavam nenhuma música da banda, nada contra, mas cada um na sua, se eles não cantavam ok, eu estava cantando, dançando e CURTINDO MUITO, o problema começou quando olhei para uma das meninas e, claramente ela riu de mim por causa da maneira que me portava durante as canções, além de todos começarem a me imitar. Quem me conhece sabe que não conseguiria ficar quieto, então perguntei: “Vocês ganharam os ingressos né!?” E claro que os “patinhos feios” ganharam, o problema é, querem tirar sarro da minha cara dentro da “minha casa”?! “Peraí”! Show do Rappa é vibração, curtição, alegria, paz, sem discriminação de nada! Em seguida foram embora.
Literalmente meia dúzia de gato pingado no lugar errado.
Palavra é tudo.....
Se não fosse um episódio logo no inicio do show, sem dúvida tudo teria sido muito bom. Na pista atrás de mim, havia 03 casais, que não cantavam nenhuma música da banda, nada contra, mas cada um na sua, se eles não cantavam ok, eu estava cantando, dançando e CURTINDO MUITO, o problema começou quando olhei para uma das meninas e, claramente ela riu de mim por causa da maneira que me portava durante as canções, além de todos começarem a me imitar. Quem me conhece sabe que não conseguiria ficar quieto, então perguntei: “Vocês ganharam os ingressos né!?” E claro que os “patinhos feios” ganharam, o problema é, querem tirar sarro da minha cara dentro da “minha casa”?! “Peraí”! Show do Rappa é vibração, curtição, alegria, paz, sem discriminação de nada! Em seguida foram embora.
Literalmente meia dúzia de gato pingado no lugar errado.
Palavra é tudo.....
Sexta-feira, 27 de Março de 2009
Terça-feira, 17 de Março de 2009
Dinheiro | Os 19 homens mais ricos do mundo em 2009:
1º - Bill Gates, US$ 40 bilhões. Microsoft, Estados Unidos.
2º - Warren Buffett, US$ 37 bilhões. Berkshire Hathaway, Estados Unidos.
3º - Carlos Slim, US$ 35 bilhões. America Móvil, México.
4º - Lawrence Ellison, US$ 22,5 bilhões. Oracle, Estados Unidos.
5º - Ingvar Kamprad e família, US$ 22 bilhões. Ikea, Suécia.
6º - Karl Albrecht, US$ 21,5 bilhões. Aldi, Alemanha.
7º - Mukesh Ambani, US$ 19,5 bilhões. Indústria petroquímica, Índia.
8º - Lakshmi Mittal, US$ 19,3 bilhões. Indústria do aço, Índia.
9º - Theo Albrecht, US$ 18,8 bilhões. Aldi, Trader Joe's, Alemanha.
10º - Amancio Ortega, US$ 18,3 bilhões. Zara, Espanha.
11º - Jim Walton, US$ 17,8 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
12º - Alice Walton, US$ 17,6 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
12º - Christy Walton e família, US$ 17,6 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
12º - S. Robson Walton, US$ 17,6 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
15º - Bernard Arnault, US$ 16,5 bilhões. LVMH, França.
16º - Li Ka-shing, 16,2 bilhões. Várias empresas, Hong Kong.
17º - Michael Bloomberg, US$ 16 bilhões. Bloomberg, Estados Unidos.
18º - Stefan Persson, US$ 14,5 bilhões. Hennes and Mauritz, Suécia.
19º - Charles Koch, US$ 14 bilhões. Energia e indústrias, Estados Unidos.
19º - David Koch, US$ 14 bilhões. Energia e indústrias, Estados Unidos.
2º - Warren Buffett, US$ 37 bilhões. Berkshire Hathaway, Estados Unidos.
3º - Carlos Slim, US$ 35 bilhões. America Móvil, México.
4º - Lawrence Ellison, US$ 22,5 bilhões. Oracle, Estados Unidos.
5º - Ingvar Kamprad e família, US$ 22 bilhões. Ikea, Suécia.
6º - Karl Albrecht, US$ 21,5 bilhões. Aldi, Alemanha.
7º - Mukesh Ambani, US$ 19,5 bilhões. Indústria petroquímica, Índia.
8º - Lakshmi Mittal, US$ 19,3 bilhões. Indústria do aço, Índia.
9º - Theo Albrecht, US$ 18,8 bilhões. Aldi, Trader Joe's, Alemanha.
10º - Amancio Ortega, US$ 18,3 bilhões. Zara, Espanha.
11º - Jim Walton, US$ 17,8 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
12º - Alice Walton, US$ 17,6 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
12º - Christy Walton e família, US$ 17,6 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
12º - S. Robson Walton, US$ 17,6 bilhões. Wal-Mart, Estados Unidos.
15º - Bernard Arnault, US$ 16,5 bilhões. LVMH, França.
16º - Li Ka-shing, 16,2 bilhões. Várias empresas, Hong Kong.
17º - Michael Bloomberg, US$ 16 bilhões. Bloomberg, Estados Unidos.
18º - Stefan Persson, US$ 14,5 bilhões. Hennes and Mauritz, Suécia.
19º - Charles Koch, US$ 14 bilhões. Energia e indústrias, Estados Unidos.
19º - David Koch, US$ 14 bilhões. Energia e indústrias, Estados Unidos.
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